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| Gravidade do trauma não abala auto-estima dos pacientes atendidos no Huse (Foto: Marco Viera/SES) |
Isso porque, contrariando a tese de que a alteração da aparência por conta de uma queimadura leva a pessoa a conviver com sentimentos de infelicidade, um estudo da Universidade Federal de Sergipe (UFS) constatou que os sergipanos que foram vítimas desse tipo de trauma - que atinge pelo menos um milhão de pessoas no Brasil e de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020 deve ultrapassar as doenças infecciosas e ser a primeira causa de mortes no planeta – acabam o tratamento ambulatorial sem abalo algum na auto-estima.


