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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pesquisa descobre que queimaduras não abalam a auto-estima de vítimas

Gravidade do trauma não abala auto-estima
dos pacientes atendidos no Huse
(Foto: Marco Viera/SES)
Quando um indivíduo sofre uma queimadura as lesões podem ter um impacto que vão além do ferimento. A depender do grau – 1º, 2º ou 3º - ele vai de uma simples vermelhidão à amputação de algum membro e, em casos mais drásticos, à morte. A menor conseqüência, muitas vezes, é uma cicatriz indesejada que a depender do local pode ter grande impacto na auto-estima da vítima. Ou nem tanto.

Isso porque, contrariando a tese de que a alteração da aparência por conta de uma queimadura leva a pessoa a conviver com sentimentos de infelicidade, um estudo da Universidade Federal de Sergipe (UFS) constatou que os sergipanos que foram vítimas desse tipo de trauma - que atinge pelo menos um milhão de pessoas no Brasil e de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020 deve ultrapassar as doenças infecciosas e ser a primeira causa de mortes no planeta – acabam o tratamento ambulatorial sem abalo algum na auto-estima.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estudo descreve perfil das vítimas de queimaduras em Sergipe

Perfil de vítimas pode direcionar melhor
as políticas de prevenção dos acidentes
(Foto: Portal Infonet)
Jovem de até 25 anos, do sexo masculino, proveniente do interior do Estado e que se queima acidentalmente com líquidos quentes. Este é o perfil dos pacientes vítimas de queimaduras atendidos pelo ambulatório de Cirurgia Plástica do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju, conforme estudo desenvolvido por pesquisadores de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2009.

É a primeira vez que uma pesquisa descreve as características das vítimas desse trauma que, segundo estimativas, acomete em torno de um milhão de pessoas por ano. Em 2020, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as queimaduras vão ultrapassar as doenças infecciosas como a primeira causa de morte no planeta. Os dados causam espanto, mas de acordo com a professora Edilene Curvelo Hora, que chefiou os trabalhos junto à professora Regina Cardoso e a estudante Catiane Tavares, poderiam ser menos preocupantes.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pesquisa traça perfil de idosos vítimas de acidentes de trânsito


Do sexo masculino, entre 60 e 70 anos, oriundo do interior. Este é o perfil de dois terços dos idosos vítimas de acidente de transporte em Sergipe. O atropelamento consistiu no trauma mais recorrente (57,1%) das internações no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) entre os anos de 2006 e 2007, segundo pesquisa da UFS. O dado animador, porém, mostra que 81% dos casos evoluem para alta hospitalar.

O estudo realizou-se sob orientação da professora de Enfermagem Edilene Curvelo Hora e constatou que esse é o segundo tipo de acidente que mais acomete os idosos, perdendo apenas para quedas. Os traumas do pedestre acima dos 60 anos cresce muito por consequência de maior atividade dessa parcela da população.