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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pesquisa aponta que jovens são os que mais morrem no trânsito

Número de mortes por acidentes nas
BRs já ultrapassou 2009 (Foto: Portal Infonet)
Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) até o mês de outubro número de acidentes e mortes nas rodovias que cortam Sergipe este ano já superou o que foi registrado em 2009. Em 2010 já foram contabilizadas 1.137 ocorrências com 633 feridos e 88 mortos, contra 868 acidentes que deixaram 478 feridos e 55 mortos no ano passado. A imprudência ao volante é a maior razão desse cenário.

Os dados confirmam ao trânsito a condição de maior causa de mortes na sociedade, ultrapassando os casos de acidente naturais e homicídios. Mas o mais preocupante, de acordo com o pesquisador do Departamento de Medicina (DME) da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Ricardo Fakhouri (veja outro estudo do pesquisador sobre o uso de psocotrópicos por caminhoneiros sergipanos) é que o trânsito, hoje, é um agente que mata de forma aceitada pela sociedade, sem gerar um incômodo igual ao que um assassinato na periferia causa.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estudo descreve perfil das vítimas de queimaduras em Sergipe

Perfil de vítimas pode direcionar melhor
as políticas de prevenção dos acidentes
(Foto: Portal Infonet)
Jovem de até 25 anos, do sexo masculino, proveniente do interior do Estado e que se queima acidentalmente com líquidos quentes. Este é o perfil dos pacientes vítimas de queimaduras atendidos pelo ambulatório de Cirurgia Plástica do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju, conforme estudo desenvolvido por pesquisadores de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2009.

É a primeira vez que uma pesquisa descreve as características das vítimas desse trauma que, segundo estimativas, acomete em torno de um milhão de pessoas por ano. Em 2020, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as queimaduras vão ultrapassar as doenças infecciosas como a primeira causa de morte no planeta. Os dados causam espanto, mas de acordo com a professora Edilene Curvelo Hora, que chefiou os trabalhos junto à professora Regina Cardoso e a estudante Catiane Tavares, poderiam ser menos preocupantes.