O “território queijeiro”, assim denominado por Sônia de Souza Mendonça Menezes, que diagnosticou a produção no estado para sua tese do Núcleo de Pós-Graduação em Geografia da UFS, conta com 131 fabriquetas e com a geração 519 postos de trabalho. Para que o queijo artesanal chegue à nossa mesa, um total de 3.360 agricultores cria gado e fornece leite para as fabriquetas, que por sua vez processam um volume de mais de 7.300 litros ao mês.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Produção artesanal de queijo gera trabalho no Sertão
Você sabia que aquele queijo coalho fresco que compramos nas feiras livres é produzido em nosso próprio estado? Baseado em uma fabricação informal, o processamento artesanal do leite em Sergipe é a fonte de renda para muitos produtores do Alto e do Médio Sertão e representa uma tradição local.
O “território queijeiro”, assim denominado por Sônia de Souza Mendonça Menezes, que diagnosticou a produção no estado para sua tese do Núcleo de Pós-Graduação em Geografia da UFS, conta com 131 fabriquetas e com a geração 519 postos de trabalho. Para que o queijo artesanal chegue à nossa mesa, um total de 3.360 agricultores cria gado e fornece leite para as fabriquetas, que por sua vez processam um volume de mais de 7.300 litros ao mês.
O “território queijeiro”, assim denominado por Sônia de Souza Mendonça Menezes, que diagnosticou a produção no estado para sua tese do Núcleo de Pós-Graduação em Geografia da UFS, conta com 131 fabriquetas e com a geração 519 postos de trabalho. Para que o queijo artesanal chegue à nossa mesa, um total de 3.360 agricultores cria gado e fornece leite para as fabriquetas, que por sua vez processam um volume de mais de 7.300 litros ao mês.
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